O governo brasileiro quer passar a oferecer exames de sangue e urina, testes rápidos, teleatendimento e monitoramento terapêutico por meio do Farmácia Popular, programa que distribui 41 medicamentos e outros itens de saúde gratuitamente. A proposta foi oficializada nesta quarta-feira, 12, com a publicação do Ministério da Saúde de uma nova regulamentação que cria um grupo de trabalho para avaliar os novos serviços.
A pasta também estuda aumentar o credenciamento de unidades em áreas vulneráveis, usando como critério a densidade demográfica, com prioridade para periferias de grandes centros urbanos. . Em regiões de difícil acesso, como áreas ribeirinhas, a ideia é criar alternativas como unidades volantes ou postos avançados de atendimento.
Outra proposta é o uso de inteligência artificial para identificar pacientes por biometria e reconhecimento facial. A medida, segundo o ministério, deve reforçar o combate a fraudes no programa.
Segundo o ministério, esses serviços ainda dependem de avaliações técnicas em estados e municípios, além de levantamentos sanitários e assistenciais que variam conforme a necessidade de cada território. Ou seja, a regulamentação abre a porta, mas não garante prazo nem cobertura nacional imediata.
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