Assegurados os postos de comando no Congresso, o PMDB se concentra agora em 2010. Expoentes da legenda já explicitam caminhos que pretendem trilhar, embora tudo possa mudar, a depender do impacto da crise no governo Lula. O ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), por exemplo, soltou-se anteontem em jantar com peemedebistas. "Quero ser o "Dilmo" da Dilma", disse, segundo relato de Fernando Diniz (MG) publicado hoje na coluna Painel da Folha de São Paulo. Registre-se que o posto de vice na chapa de Dilma Rousseff é almejado por outros tantos peemedebistas. Tenso com a disputa na Câmara, Geddel participou ontem da reunião ministerial, mas não largava o telefone: monitorava o passo a passo da eleição com Eliseu Padilha (PMDB-RS).
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