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O desafio contemporâneo é encontrar o equilíbrio: reconhecer que a política exige pragmatismo, sem permitir que o pragmatismo destrua a integridade. Os fins podem até orientar os meios, mas não podem justificar qualquer meio. Quando tudo passa a ser permitido em nome da vitória e do poder, a própria democracia perde seu sentido.
Em Itarantim existem políticos que usam todos os meios para chegar ao poder e permanecer no poder?
Em última análise, a pergunta que Maquiavel nos deixa não é se os fins justificam os meios, mas quais fins merecem justificar quais meios? Na política partidária, essa reflexão é necessária, e deveria ser o ponto de partida para qualquer projeto que se pretenda verdadeiramente público, VERDADEIRAMENTE REPUBLICANO.
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