GOVERNADOR QUER CANDIDATURA úNICA
Foto: Max Haack / BN

Ainda na coletiva de imprensa que aconteceu após a cerimônia de posse, realizada na manhã deste sábado (1º), o governador Jaques Wagner afirmou que defende uma candidatura única da base aliada para a presidência da Câmara. Ele considerou como bastante comum nas casas parlamentares uma disputa prévia, e citou sua experiência como articulista político do primeiro Governo Lula. “Aqui tínhamos a cultura de o Executivo determinar tudo. Não vou determinar. Os candidatos é que têm que se decidir”, afirmou. Wagner comentou que pretende reunir a bancada de apoio para pregar a manutenção da unidade. “Se depender do governador, será um candidato só. Ninguém precisa jogar abaixo da cintura”, comentou.
(Rafael Rodrigues / Felipe Campos)
Ainda na coletiva de imprensa que aconteceu após a cerimônia de posse, realizada na manhã deste sábado (1º), o governador Jaques Wagner afirmou que defende uma candidatura única da base aliada para a presidência da Câmara. Ele considerou como bastante comum nas casas parlamentares uma disputa prévia, e citou sua experiência como articulista político do primeiro Governo Lula. “Aqui tínhamos a cultura de o Executivo determinar tudo. Não vou determinar. Os candidatos é que têm que se decidir”, afirmou. Wagner comentou que pretende reunir a bancada de apoio para pregar a manutenção da unidade. “Se depender do governador, será um candidato só. Ninguém precisa jogar abaixo da cintura”, comentou.
(Rafael Rodrigues / Felipe Campos)
WAGNER QUER MEXER NA ESTRUTURA DAS SECRETARIAS
Logo após seu discurso na cerimônia de posse, realizado na manhã deste sábado (1º), o governador Jaques Wagner atendeu a uma coletiva de imprensa na Assembleia Legislativa da Bahia. Questionado se uma reforma administrativa seria anunciada nos próximos dias, Wagner rejeitou a ideia e afirmou que não deve fazer grandes mudanças em janeiro. Ele citou como justificativa a intenção em alterar a estrutura das secretarias. Para tal, um projeto de lei precisa ser aprovado pela Assembleia. Como o recesso parlamentar só termina em fevereiro, grandes novidades não devem surgir por enquanto. Wagner também foi indagado sobre o tamanho que o novo principal aliado, o PP, terá em seu governo, e sobre a possibilidade de ser “traído”, assim como teria acontecido com o PMDB. “Não acho que isso vai acontecer de novo. A história vai amadurecendo todo mundo”, afirmou. Para ele, a nova composição terá que prezar pelo equilíbrio. “O governo vai ter equilíbrio. Ninguém poder ser gigante nem diminuto”, esclareceu.
(Rafael Rodrigues / Felipe Campos
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