Em assembléia realizada nesta terça, no plenário da Câmara de Vereadores, os educadores da rede municipal decidiram entrar em estado de greve e paralisarem nos dias 04 e 05 de junho (quarta e quinta-feira), em repúdio à lamentável proposta de reajuste da prefeitura, sem retroativo a janeiro, num enorme desrespeito a Lei do Piso, no seu Art. 5º, feita por parte do prefeito Zé Carlos e da secretária de educação Sibele Neris, que relutam em dialogar e atender as justas reivindicações do educadores municipais.

Caso não sejam atendidas as reivindicações até a próxima sexta-feira (6), os profissionais da educação paralisam as atividades por tempo indeterminado a partir de segunda-feira.
Em sua página no Facebook, o coordenador da APLB, Renan Coelho, declarou: “Os educadores não aceitaram a postura da Administração que insiste num reajuste sem retroativo, um retrocesso diante das conquistas que já tivemos rumo a valorização profissional”.

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