A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciará, na próxima terça-feira (24), o julgamento dos acusados de ordenar e facilitar os assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, mortos a tiros no centro do Rio de Janeiro em 2018. As sessões estão previstas para ocorrer nos dias 24 e 25, quase oito anos após o crime que teve ampla repercussão nacional e internacional.
Serão analisadas as denúncias contra três apontados como mentores intelectuais: Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE‑RJ); Chiquinho Brazão, ex-deputado federal; e Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do Rio. A Corte também avaliará a participação de Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar, e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos Brazão, acusados de atuar como cúmplices no planejamento e na execução do crime.
O processo chegou ao STF devido à prerrogativa de foro de Chiquinho Brazão, que ainda exercia mandato de deputado federal quando foi preso pela Polícia Federal em 2024, durante a segunda fase das investigações.
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