A rejeição da indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF), pelo Senado Federal, marca um episódio sem precedentes em mais de um século da Corte e impõe um revés político ao governo do presidente Lula.
Com 42 votos contrários e 34 favoráveis, o nome do atual Advogado Geral da União (AGU) não alcançou a maioria absoluta exigida para aprovação. Esta foi a primeira vez, em 132 anos, que uma indicação presidencial ao STF foi rejeitada. Desde 1894 que parlamentares do Senado não barravam a indicação feita por um presidente da República para a Corte.
Para ser aprovado, Jorge Messias precisava de ao menos 41 votos favoráveis. Apesar de ter passado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) com 16 votos a favor, o desempenho não se repetiu no plenário. A votação final revelou forte resistência política, incluindo atuação da oposição e dificuldades na articulação governista.
Comentários
Postar um comentário
A V I S O:
Devido ao momento político, a partir de hoje, só serão liberados na opção Comentar como ANÔNIMO, os comentários construtivos ou que falem das propostas ou das qualidades de candidatos a cargos eletivos nesta eleição. Os comentários de teor crítico, acusadores ou agressivos aos candidatos, autoridades ou a qualquer outra pessoa, só serão liberados se o autor se identificar na opção Comentar como: NOME/URL, no quadro de comentários. IDENTIFICAR VIA ITEM NOME/URL.