Convite ao Pensar: As lideranças políticas de Itarantim vão apoiar qual presidenciável: Lula, Flávio, Caiado ou outro nome?

A divulgação de um santinho político (ver aqui), também chamado de santinho eleitoral, nas redes sociais, repercutiu em diversos municípios da Bahia, especialmente em Itarantim, e trouxe à tona uma questão central: afinal, as principais lideranças políticas locais vão apoiar qual presidenciável? Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) ou Augusto Cury (Avante)?

Até o momento, apenas o prefeito Fábio Gusmão apresentou seu time completo. Ele declarou apoio a Lula, Jerônimo Rodrigues, Rui Costa, Jaques Wagner, Daniel Alencar e Rosemberg Pinto. Na sequência, Ana Paula Dantas, que tem histórico de alinhamento com ACM Neto, João Roma, Angelo Coronel, Léo Prates e Sandro Régis, ainda não apresentou seu candidato à Presidência da República. Dudu dos Tutas deixou claro que apoia Antônio Brito e Andréa Castro, mas ainda não revelou suas escolhas para governador e presidente. Joelan Sobrinho demonstrou apoio a Silva Neto e Carlos Muniz Filho, mas também não definiu publicamente seus nomes para governador e presidente. Por fim, Du Almeida afirmou que seguirá com Neto Carletto e Léo de Neco, mas igualmente não deixou claro quem apoiará para os cargos majoritários.

Além dessas lideranças, há outros nomes que permanecem em silêncio quanto às suas preferências para governador e presidente. Entre eles, alguns vereadores e uma ala do governo municipal que ainda não se manifestaram. Vale destacar que alguns vereadores desejam contar com o apoio do prefeito na disputa por espaço na Mesa Diretora da Câmara, enquanto setores do governo sonham com o respaldo de Fábio Gusmão para seus projetos políticos mirando 2028.

Essas definições políticas são importantes para que a população compreenda o posicionamento de cada liderança e, a partir disso, avalie, aprove ou reprove suas escolhas. Afinal, em política não há espaço para neutralidade: aqueles que tentam agradar a gregos e troianos acabam sendo cobrados com ainda mais rigor pelas alas mais radicais de cada grupo político.


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