O chove-não-molha entre PT e PMDB no estado devido às pretensões de Geddel Vieira Lima e Jaques Wagner quanto às eleições de 2010 ganhou contornos ainda mais expressivos durante e depois do Dois de Julho, comemorado esta semana. O problema é que não há, de nenhum dos lados, movimento de rompimento. Ao que parece, pelo menos neste momento, ele não virá do PMDB. Segundo o ministro Geddel Vieira Lima, preferido da legenda para a disputa do governo do estado no ano que vem, a responsabilidade de tirar o PMDB do governo – do qual participa coma s pastas de Infraestrutura e Indústria, Comércio e Mineração – é de Jaques Wagner. “Ele que nomeou, ele que exonere”, lavou as mãos Geddel. A situação irrita militantes e outros políticos petistas, que cobram cada vez mais uma decisão do PMDB sobre sua situação no governo. Segundo o líder do PT na Câmara, deputado Paulo Rangel, o partido parece mesmo fazer oposição para dentro, atrapalhando o clima governamental. Ao que parece, Jaques Wagner é o único que ainda acredita que o PMDB pode sair aliançado com o PT ano que vem, uma vez que ainda pensa que a atual postura da legenda ainda aliada é apenas uma tendência.
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