Coluna: Domingo pede cachimbo "Metamorfose bovina".

Foto ilustrativa
Por Euelio Rios 


Nesse momento de isolamento social, busquei me requalificar não só como pessoa, mas reciclando meu currículo via internet, para assessorar pequenas propriedades rurais aproveitando o ócio dessas redes sociais, onde imaginava crescer entre outros temas os da política ouvindo os sensatos cienticistas.

Diante da mesmice tipo os DJ de um disco arranhado, a tocar a mesma cantilena musical de uma nota só, me recolhir por não achar-me um intelcutal e cientista político, preferindo não acompanhar o gado a comer a mesma forrageira cotidiana.

Buscando o aprimoramento das pastagens, manejo, declinei a cursar Zootecnia, para cuidar melhor do gado que mesmo sendo irracionais, o projeto era de melhorar o capim, feno, trazendo-os para as cocheiras, a serem domesticados mais próximo da sede junto de gente, muito embora truculentos em só aceitarem cabresto, laço, argola, ferrão e canga prá carroça.

Convicto da domesticação, nessas propriedades rurais, projetei tanques para criação de camarão, que tem por hábito alimentar com os dejetos dos patos; nutria a "pataiada" com uma boa ração, que ao nadar nesses tanques, seus dejetos serviam de comida para tais camarão, que também por serem irracionais como o gado, o intestino era no cérebro. 

Ao ter o intestino no cérebro, e para serem consumidos como prato de primeira, tira-se, nem sempre possível, seu fato bostifero da cabeça; o inusitado é que o gado ao banhar-se nesses tanques, as ovas do camarão juntavam-se ao menstru expostos das vacas, que enxertadas, pariam essa metamorfose monstrenga chifruda, como se barbatanas fossem de camarão, mas também "bovinamente," com muita merda na cabeça!!! 

 Euelio Rios (Cronista-Comico)

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