Na prática, a licitação continua valendo. A empresa RG SOLUÇÕES LTDA, de Barreiras, permanece como vencedora do certame, com proposta de R$ 29,9 milhões para prestar serviços de apoio operacional e administrativo nas escolas do município.
A conselheira do TCM Aline Peixoto entendeu que, neste momento, não há provas suficientes nem risco de prejuízo imediato aos cofres públicos para justificar a paralisação de emergência. A conselheira também destacou que cinco empresas participaram do pregão, o que enfraquece, em análise rápida, a alegação de que o edital travou a concorrência.
"Não houve contratação efetiva, nenhum empenho foi emitido e nenhum pagamento foi feito. O certame apenas registrou preços. Sem dinheiro público gasto, não há dano concreto", justificou a relatora do TCM em sua decisão.
Os 20 dias para os gestores se defenderem começam a contar a partir da publicação oficial no Diário Oficial da decisão, que ocorreu na quinta-feira (07/05). Depois disso, a área técnica do TCM vai analisar as justificativas e emitir um parecer. Só então a conselheira Aline Peixoto (ou o plenário do Tribunal) decidirá se anula ou não o pregão.
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