Alencar lembrou que, em 2018, Lídice da Mata, então senadora e candidata à reeleição, foi retirada da chapa para dar lugar a Angelo Coronel, que presidia a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Segundo o senador, Lídice manteve-se no grupo político e disputou uma vaga na Câmara dos Deputados, entendendo que o projeto coletivo era maior do que interesses individuais.
O senador destacou que cada liderança reage de forma distinta a decisões internas. “Cada um tem um jeito de pensar”, afirmou, ao reforçar que Coronel tem o direito de adotar posição diferente da de Lídice. A articulação que resultou na substituição da senadora em 2018 contou com participação do próprio Otto, que justificou a escolha à época pela força do PSD, partido que reunia mais de uma centena de prefeitos no estado.
A menção ao episódio ocorre em meio às discussões sobre a formação da chapa governista para as eleições deste ano e busca evitar tensões internas no PSD.
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