O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) fez, nesta quarta-feira (11), um discurso que ganhou destaque nas redes sociais e em veículos de comunicação ao comentar o caso envolvendo o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e o Banco Master. O tema voltou ao centro do debate após a divulgação de um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que aponta repasses de cerca de R$ 3,6 milhões do banco e da gestora Reag para uma empresa de consultoria ligada ao vice-presidente nacional do União Brasil.
Durante sua fala na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Rosemberg afirmou que não fez “nenhuma crítica leviana” ao contrato citado e ressaltou que a existência da prestação de serviços foi confirmada pelo próprio ACM Neto. O deputado exibiu trecho de vídeo no qual o ex-prefeito declara ter constituído uma empresa de consultoria após deixar o cargo público, afirmando que os contratos com o Banco Master e a Reag foram firmados “de maneira totalmente transparente”, com notas fiscais emitidas.
Rosemberg disse ter questionado o caso porque, segundo ele, aliado de ACM, deputado Luciano, tentou associar a imagem do Banco Master ao Partido dos Trabalhadores. “Eu disse que quem tem telhado de vidro não joga pedra no telhado do vizinho”, afirmou. O parlamentar destacou que considerou “estranho” o valor total dos serviços, mas reforçou que não conhece o contrato e defendeu que ele seja divulgado por Neto.
O deputado também rebateu críticas de que teria agido com leviandade. “Eu repeti o que os meios de comunicação publicaram. Se há algum tipo de leviandade, não é minha. Está em todos os jornais do Brasil, em todos os blogs e em todos os sites que cobrem a Assembleia Legislativa da Bahia”, concluiu.
O caso segue repercutindo no cenário político estadual, especialmente após matéria exibida no Jornal Nacional e do vídeo nas plataformas digitais.
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